Depois de uma audiência da FIA no dia 25 de agosto no Tribunal Internacional de Recurso as penalizações impostas a Pierre Gasly no Mónaco voltam a ser instauradas devolvendo o pódio a Isack Hadjar depois de queixas feitas pela Red Bull e pela McLaren.
O Grande Prémio do Mónaco em 2026 foi repleto de controvérsia devido às várias penalizações impostas a pilotos por excesso de velocidade na pit lane devido ao alargamento da mesma para receber uma 11ª equipa no paddock. Diversas equipas e pilotos foram penalizados por terem uma velocidade de 60.1km/h numa zona em que o limite seria 60km/h incluíndo Pierre Gasly e a Alpine que apresentaram imediatamente uma queixa à FIA no final da corrida sem Gasly ter cumprido a paragem de 10s para o cumprir das duas penalizações de 5 segundos impostas ao francês.
A FIA acabou por inicialmente concordar com Gasly ignorando o facto do piloto francês ter sido dos poucos a não cumprir a penalização havendo pilotos que a cumpriram, obviamente afetando o resultado final da corrida e movendo Gasly para a 4ª posição em pista e 3º posteriormente devido aos 10 segundos retirados ao seu tempo atirando Hadjar para fora do pódio.
Infelizmente não existe um mecanismo que permita a remoção de penalizações que já tenham sido cumpridas portanto os restantes pilotos afetados por este erro dos stewards não tinham bases legais para pedir uma revisão o que permitiu a Gasly e à Alpine colocar esta queixa em primeiro lugar e desencorajou a Mercedes e a McLaren de fazer o mesmo com George Russell e Oscar Piastri.

