
Segundo a BBC Sport, a FIA entregou oficialmente a primeira proposta para o retorno dos V8 nos próximos regulamentos.
Este esboço inicial foi proposto aos construtores após discussões com cada um deles individualmente e se tudo correr como planeado entrarão em vigor em 2030 ou 2031.
O foco principal será introduzir uma nova geração de carros que contem com motores mais leves, baratos, simples e que emitam um ruído mais visceral. É também pretendido aumentar o ênfase nas capacidades dos pilotos e tecnologias que sejam mais relevantes e mais fáceis para os construtores.
O motor que foi proposto pela FIA é um V8 com uma cilindrada entre os 2000 e os 2300 e que conte com um turbo mais pequeno que os atuais e que funcione com uma componente elétrica mais reduzida.
O motor elétrico teria uma capacidade de 200kW onde 100kW estariam constantemente disponíveis enquanto os restantes seriam utilizados como apoio à ultrapassagem através do modo push to pass ou de overtake similar ao que temos atualmente.
O motor de combustão irá contar com cerca de 900cv criando um total de 1168 cavalos com o apoio da componente elétrica. Os combustíveis vão continuar a ser 100% sustentáveis mas existe a ambição de os poder fabricar de maneira menos complexa e dispendiosa.
Foi também colocado em cima da mesa a criação de uma unidade de potência standard para todas as equipas e manufaturada por um fornecedor independente que depois permitisse às equipas algum nível de personalização. No entanto esta proposta parece ter sido prontamente rejeitada pelos construtores que afirmaram ter a intenção de prosseguir com os seus projetos de unidade de potência de modo a manter um fator de diferenciação no desempenho.
